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Crianças com asma ou sob risco para a asma devem evitar o uso de paracetamol

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A associação epidemiológica entre o uso de paracetamol e a prevalência e a gravidade da asma em crianças e adultos é bem estabelecida.

 

Uma variedade de evidências sugere que o uso paracetamol tem contribuído para o recente aumento na prevalência de asma em crianças:
(1) a força da associação;
(2) a consistência da associação entre idade, geografia e cultura;
(3) a dose de resposta;
(4) o tempo do aumento do uso de paracetamol e a epidemia de asma;
(5) a relação entre a venda per-capita de paracetamol e a prevalência de asma entre os países;
(6) os resultados de um estudo duplo-cego de ibuprofeno versus paracetamol para o tratamento da febre em crianças asmáticas;
(7) o mecanismo biologicamente plausível do esgotamento de glutationa da mucosa das vias aéreas.

Até que estudos futuros documentem a segurança da droga, as crianças com asma ou em risco para a asma devem evitar o uso de paracetamol.

Um artigo de revisão sobre o assunto, com recomendações, acaba de ser publicado no número de janeiro de 2012 da revista Pediatrics. 

 

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